| 000 | 01592nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 5952 | ||
| 010 | _a9789726959519 | ||
| 021 | _b320902/10 | ||
| 090 | _a5952 | ||
| 100 | _a20211231d2011 m||y0pory5003 ba | ||
| 200 | 1 |
_aDublinesca _fEnrique Vila-Matas _gtrad. Jorge Fallorca |
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| 210 | 9 |
_aAlfragide _cTeorema _d2011 |
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| 215 | _a264, [1] p. | ||
| 330 | _aSamuel Riba considera-se o último editor literário e sente-se perdido desde que se retirou. Um dia tem um sonho premonitório que lhe indica claramente que o sentido da sua vida passa por Dublin. Convence então uns amigos para irem ao Bloomsday e percorrerem juntos o próprio coração do Ulisses de James Joyce. Riba oculta aos seus companheiros duas questões que o obcecam: saber se existe o escritor genial que não soube descobrir quando era editor e celebrar um estranho funeral pela era da imprensa, já agonizante pela iminência de um mundo seduzido pela loucura da era digital. Dublin parece ter a chave para a resolução das suas inquietações. Neblina e mistério. Fantasmas e um humor surpreendente. Enrique Vila- Matas regressa com um romance que parodia o apocalíptico ao mesmo tempo que reflecte sobre o fim de uma época da literatura. Um romance deslumbrante, aberto às mais diversas leituras, uma verdadeira prenda povoada de surpresas. Simplesmente genial. | ||
| 606 |
_913 _aLiteratura Estrangeira |
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| 675 |
_a821.134.1-31"19/20" _vBN _zpor |
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| 700 |
_aVila-Matas _bEnrique _f1948- _95636 |
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| 702 |
_aFalorca _bJorge _f1949-2014 _95637 |
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| 801 | 0 |
_aPT _bBMVN _gRPC |
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| 830 |
_cInês Silva _d31/12/2021 |
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| 990 | _cLIVROS | ||