| 000 | 01797nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 6018 | ||
| 010 | _a9789895833740 | ||
| 021 | _b538462/24 | ||
| 090 | _a6018 | ||
| 100 | _a20250925d2024 b y0pory50030103ba | ||
| 200 | 1 |
_aO Pai Natal não vive no Pólo Norte _ftexto e il. Afonso Cruz _gposf. Joana Bértholo |
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| 210 | 9 |
_aLisboa _cFábula _d2024 |
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| 215 |
_a[34] p. _cil. |
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| 330 | _aMais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante. Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações. Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo. «Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.» | ||
| 606 |
_914 _aLiteratura infantil |
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| 606 |
_915 _aLiteratura Portuguesa |
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| 675 |
_a82-93 _vBN _zpor |
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| 675 |
_a821.134.3 _vBN _zpor |
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| 700 |
_aCruz _bAfonso _f1971- _9276 |
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| 702 |
_aBértholo _bJoana _f1982- _95704 |
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| 801 | 0 |
_aPT _bBEN2VN _gRPC |
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| 830 |
_cTânia Croca _d25/09/2025 |
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| 990 | _cLIVROS | ||