| 000 | 01501cam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 6052 | ||
| 021 | _b26778/89 | ||
| 090 | _a6052 | ||
| 100 | _a20211231d1989 m||y0pory500305 ba | ||
| 200 | 1 |
_aOs devaneios do caminhante solitário _fJean-Jacques Rousseau _gtrad. Henrique de Barros |
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| 210 | 9 |
_a[Lisboa] _cCotovia _dcop. 1989 |
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| 215 | _a151, [1] p. | ||
| 304 | _aTíit. orig.: Les rêveries du promeneur solitaire | ||
| 330 | _aDerradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual. | ||
| 606 |
_95754 _aFilósofos |
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| 606 |
_9957 _aFilosofia |
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| 675 |
_a821.133.1-94"17" _vBN _zpor |
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| 675 |
_a1 A/Z _vBN _zpor |
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| 700 |
_aRousseau _bJean-Jacques _f1712-1778 _95755 |
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| 702 |
_95756 _aBarros _bHenrique de |
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| 801 | 0 |
_aPT _bBMVN _gRPC |
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| 830 |
_cInês Silva _d31/12/2021 |
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| 990 | _cLIVROS | ||