| 000 | 02026nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 6168 | ||
| 010 | _a9789722084901 | ||
| 021 | _b541540/24 | ||
| 090 | _a6168 | ||
| 100 | _a20260813d2025 m||y0pory50030103ba | ||
| 200 | 1 |
_aNem Todas as Árvores Morrem de Pé _fLuísa Sobral _gil. Camila Beirão |
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| 205 | _a15ª ed. | ||
| 210 | 9 |
_aAlfragide _cDom Quixote _d2025 |
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| 215 |
_a222 p. _cil. |
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| 330 | _aEste é um romance sobre duas mulheres unidas pela desilusão e pelos cinquenta anos mais tristes da história da Alemanha. Com uma estrutura muitíssimo original e uma galeria de personagens inesquecível, Nem Todas as Árvores Morrem de Pé marca a estreia fulgurante de Luísa Sobral na ficção. Emmi, que nasceu pouco antes de Hitler ascender ao poder na Alemanha, perde o pai na guerra e tem uma adolescência difícil, trabalhando desde muito cedo para ajudar em casa. É num bar aonde vai com os amigos depois do trabalho que conhece Markus, um homem de Berlim Leste que lhe escreve cartas maravilhosas e por quem se apaixona perdidamente. Apesar de a mãe torcer o nariz ao seu casamento num momento em que a Guerra Fria está ao rubro, a irmã apoia-a, e Emmi acaba por ir viver com Mischa, como lhe chama, para a RDA. Inicialmente, tudo corre bem, mas, depois de o Muro de Berlim ser erguido, a separação da família e a chegada de uma carta anónima deixam-na na mais profunda depressão. M. nasce após a divisão das duas Alemanhas e é o fruto perfeito do socialismo: com uma mãe ausente e educada por uma ama que adora plantas, M. idolatra o pai, desconhecendo por completo o mundo ocidental e crescendo ao sabor de uma realidade distorcida. Até que um dia, ao ouvir o testemunho chocante de uma rapariga, descobre que, afinal, não é só o Muro que tem um outro lado. | ||
| 606 |
_915 _aLiteratura Portuguesa |
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| 675 |
_a821.134.3-31"20" _vBN _zpor |
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| 700 |
_aSobral _bLuísa _95832 _f1987- |
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| 702 |
_aBeirão _bCamila _95833 |
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| 801 | 0 |
_aPT _bBMVN _gRPC |
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| 830 |
_cInês Silva _d13/08/2026 |
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| 990 | _cLIVROS | ||