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O céu não tem favoritos / Erich-Maria Remarche

Autor principal: Remarque, Erich Maria, 1898-1970Menção da edição: 3ª ed.Publicação: Mem-Martins : Europa-América, 197xDescrição: 329 [3] p.Coleção: Século xx, 57Resumo: O Céu não Tem Favoritos é um dos mais envolventes romances de Erich Maria Remarque , o autor de tantos êxitos que os leitores de todo o mundo se habituaram a admirar. De facto, é difícil que não nos apaixonemos por esta história de amor, drama, aventura e morte, que nos leva, durante uma Primavera e um Verão, através de Paris, da Sicília, de Veneza e da Riviera, a seguir os passos de Clerfayt e Lillian, a viver com esse corredor de automóveis e com essa doente prematuramente evadida de um sanatório a insatisfação e a instabilidade de certos meios cosmopolitas durante o segundo pós-guerra e a participar da luta que um e outro travam contra um tempo que não podem perder porque ambos sentem que lhes escasseia. Com a sua habitual mestria, num clima vigorosamente traçado, a que não faltam sequer umas pinceladas de subtil ironia, Remarque ergue perante o leitor, com este romance, uma das mais emocionantes histórias que o seu engenho romanesco criou..Assunto - Nome comum: Literatura Estrangeira
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LE REM/CÉU (Ver prateleira(Abre abaixo)) Disponível 100000000029

Tít. ori.: Heaven has no Favorites

O Céu não Tem Favoritos é um dos mais envolventes romances de Erich Maria Remarque , o autor de tantos êxitos que os leitores de todo o mundo se habituaram a admirar. De facto, é difícil que não nos apaixonemos por esta história de amor, drama, aventura e morte, que nos leva, durante uma Primavera e um Verão, através de Paris, da Sicília, de Veneza e da Riviera, a seguir os passos de Clerfayt e Lillian, a viver com esse corredor de automóveis e com essa doente prematuramente evadida de um sanatório a insatisfação e a instabilidade de certos meios cosmopolitas durante o segundo pós-guerra e a participar da luta que um e outro travam contra um tempo que não podem perder porque ambos sentem que lhes escasseia.
Com a sua habitual mestria, num clima vigorosamente traçado, a que não faltam sequer umas pinceladas de subtil ironia, Remarque ergue perante o leitor, com este romance, uma das mais emocionantes histórias que o seu engenho romanesco criou.

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