O Pai Natal não vive no Pólo Norte / texto e il. Afonso Cruz ; posf. Joana Bértholo
Publicação: Lisboa : Fábula, 2024Descrição: [34] p. : il.ISBN: 9789895833740.Resumo: Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante. Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações. Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo. «Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.».Assunto - Nome comum: Literatura infantil | Literatura Portuguesa| Tipo de documento | Biblioteca actual | Cota | Estado | Data de devolução | Código de barras |
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| Livro | LI POR/CRU (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | 100000012227 |
Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante.
Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações.
Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo.
«Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.»
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