Os devaneios do caminhante solitário / Jean-Jacques Rousseau ; trad. Henrique de Barros
Publicação: [Lisboa] : Cotovia, cop. 1989Descrição: 151, [1] p.Resumo: Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual..Assunto - Nome comum: Filósofos | Filosofia| Tipo de documento | Biblioteca actual | Cota | Estado | Data de devolução | Código de barras |
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| Livro | Biblioteca Municipal de Vendas Novas | GF ROU/DEV (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | 100000005835 |
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Tíit. orig.: Les rêveries du promeneur solitaire
Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.
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